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Imagem/Divulgação

Documentário retrata problema e empenho do poder público para encontrar soluções

A TV Assembleia (canal 57.3) estreia nesta sexta-feira (25), às 13h30, o documentário “Dignidade menstrual é lei”, produzido pela Superintendência de Comunicação da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) e que aborda a situação de vulnerabilidade de mulheres no Estado, trazendo reflexões sobre a necessidade de a higiene menstrual deixar de ser vista como um problema e passe a ser um direito, conforme recomendam duas leis estaduais aprovadas recentemente pelo Poder Legislativo. A estreia terá exibição simultânea pelo canal da ALE-RR no YouTube (@assembleiarr), com reprises às 17h, 19h30, 21h30 e 23h30.

O diretor do filme, Willians Dias, acompanhou de perto a história de duas mulheres da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Terra Viva que contam seus dissabores sobre a dura realidade em que vivem. A catadora Neide Cruz, 60 anos, abordou as dificuldades que tem em casa com filhas e sobrinha que dependem dela. A segunda personagem não quis ser identificada no documentário, mas fala também sobre a vulnerabilidade social que desencadeia vários problemas no lar.

“A ideia surgiu de leis aprovadas pelo Legislativo Estadual a fim de garantir dignidade menstrual a essas pessoas. Por isso, conversamos com mulheres socioeconomicamente vulneráveis, grupos voluntários, médicos e parlamentares para repercutir o assunto e mostrar as ações desenvolvidas com essas mulheres”, explicou Dias.

Em Roraima, duas leis estaduais estão em vigor para garantir o acesso a itens de higiene menstrual. A Lei nº 1506/2021, de autoria do deputado Coronel Chagas (PRTB), institui e define diretrizes para a política pública da dignidade menstrual e de conscientização sobre a menstruação e a universalização do acesso ao protetor higiênico.

Incluir o absorvente feminino nos itens que compõem a cesta básica está na Lei nº 1537/2021, de autoria da deputada Lenir Rodrigues (Cidadania), que também permite o acesso à higiene menstrual como um direito que deve ser tratado como uma questão de política pública.

A produção do documentário teve o apoio de Priscila Araújo, Leandra Carmo e Marilena Freitas. As imagens são de Emackson Sarmento e Luís Garcia, com apoio técnico de Leonardo Pinto, Renerisson Magalhães e Freed Farias. A edição é de Eduardo Maduro e a revisão e edição de texto de Camila Dall”Agnol.

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