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A crise venezuelana e a supressão dos direitos humanos por Nicolás Maduro

Há 11 anos, Nicolás Maduro assumiu a presidência da Venezuela, sendo eleito após a morte de seu predecessor, Hugo Chávez. Na época, Maduro venceu a eleição com uma margem estreita sobre seu oponente, Henrique Capriles Radonski.
Desde então, um regime ditatorial tomou conta do país (mais uma vez), centralizando todo o poder nas mãos de Maduro com o suporte de sua junta militar. Com tamanha força, Maduro detém até hoje o controle absoluto sobre todas as instituições econômicas governamentais e setores da sociedade venezuelana.

A oposição política no país tem sido constantemente suprimida por meio de prisões, exílios, assassinatos, intimidações, torturas e desaparecimentos forçados. A mídia venezuelana é controlada pelo Estado, e qualquer forma de dissidência é censurada. A propaganda é usada extensivamente para promover a imagem do regime, resultando em uma violação generalizada dos direitos humanos e uma severa restrição à liberdade de expressão, reunião e imprensa.

Mesmo quando eleições ocorrem, são frequentemente manipuladas para garantir a vitória do partido dominante, onde os líderes são exaltados através de uma campanha de culto à personalidade, retratando, sobretudo, o ditador como um herói nacional.

Nos últimos anos, a economia venezuelana tem sido marcada por altos níveis de corrupção e práticas clientelistas, onde lealdades políticas são recompensadas com favores econômicos. O sistema judiciário é manipulado, garantindo que as leis sejam interpretadas de forma a beneficiar o ditador, e abusos cometidos por funcionários do regime raramente são investigados ou punidos.

O regime de Maduro mantém ainda um aparato de segurança robusto para monitorar e controlar a população, incluindo espionagem e policiamento excessivo. As forças armadas desempenham um papel central no governo, sendo usadas para reprimir dissidências e manter a ordem, criando um ambiente onde a dissidência é perigosa e a liberdade individual é severamente limitada.

Atuando dessa forma, o legado de Maduro tem sido frequentemente comparado ao de Hugo Chávez, refletindo impactos negativos no país, incluindo crise econômica, hiperinflação, desvalorização da moeda, escassez de produtos, crise humanitária, emigração em massa, desnutrição e pobreza, governança e corrupção, autoritarismo, isolamento diplomático, declínio da produção de petróleo, entre outros…

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