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Imagem/Divulgação

CAPACITAÇÃO Comissão da Assembleia Legislativa capacita servidores da segurança pública para atendimento inclusivo a pessoas autistas

Sentir-se entendido e seguro durante um atendimento, é um direito básico de toda pessoa. Por isso, a Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) promoveu neste sábado (4), o 1° CAPI-TEA, Curso de Atendimento e Proteção Inclusiva a Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Deputada Estadual Angela Águida Portella (Progressistas)

Organizado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e do Idoso, o evento foi direcionado a profissionais da segurança pública, como policiais militares, guardas civis, socorristas, bombeiros militares, policiais rodoviários e entre outros.

 

 

 

 

“A comissão recebeu essa demanda e atendemos de forma rápida. A partir desse evento, vamos criar um protocolo que unifique os atendimentos e demonstre, por parte dos profissionais, uma compreensão das necessidades e diferenças das pessoas autistas, como as questões sensoriais” destacou a presidente da Comissão, deputada Angela Águida Portella (Progressistas).

Instrutora da capacitação, Leiniz Guttier, idealizadora do Curso de Atendimento e Proteção Inclusiva a Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Após o credenciamento, o público contou com palestras ministradas por instrutores e terapeutas especializados no assunto. Um dos debates abordou maneiras de identificar os padrões comportamentais do autista durante uma ocorrência. A instrutora e idealizadora do evento, a guarda civil municipal Leiniz Guttier, comentou como esse debate pode impactar o serviço público.

 

“Busquei apoio do Poder Legislativo para promover este curso, por entender que o autismo é uma realidade, assim como mostram as estatísticas. Não estamos aqui para romantizar essa condição, mas sim para aprender a lidar e entender como funciona a mente deles. Principalmente, para que nós [profissionais de segurança pública], sejamos resguardados juridicamente e possamos realizar um atendimento humanizado, que é fundamental”, ressaltou Leiniz.

Major Nirlany da Silva de Souza, coordenadora de Policiamento Comunitário e Direitos Humanos da Polícia Militar de Roraima (PMRR)

O curso ocorreu no Plenário Valério Caldas de Magalhães e reuniu mais de 100 participantes de 13 instituições de segurança pública, que atuam no Estado. A major Nirlany da Silva de Souza, atual coordenadora de Policiamento Comunitário e Direitos Humanos da Polícia Militar de Roraima (PMRR), esteve presente na capacitação e afirmou que pretende trabalhar o tema junto à população.

 

 

 

“Temos muitas demandas no dia a dia, principalmente no atendimento de ocorrências. Mas este curso nos proporcionou um despertar, que demonstra que também podemos aprender mais sobre o TEA e levar esse conhecimento para a sociedade, num trabalho social” enfatiza a major.

 

TEXTO: Francis Carvalho

FOTOS: Marley Lima

SupCom ALE-RR


Fonte e imagens: ALE-RR POR SUPERVISÃO DE COMUNICAÇÃO Leia mais

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