Pesquisar
PUBLICIDADE
Imagem/Divulgação

Congresso lembra Agosto Lilás e comemora 16 anos da Lei Maria da Penha – Notícias

[ad_1]

05/08/2022 – 16:36  

Alan Rones/Câmara dos Deputados

Deputada Tereza Nelma, procuradora da Mulher na Câmara

A cada sete horas uma mulher é assassinada no Brasil somente por ser mulher. O feminicídio foi tipificado como crime em 2015, e é muitas vezes o desfecho de uma violência que vem crescendo dentro de casa. Para combater preventivamente esse tipo de crime, e para que ela não resulte em morte, foi criada há 16 anos a Lei Maria da Penha.

As procuradorias da Mulher da Câmara e do Senado fizeram uma solenidade para marcar o Agosto Lilás, mês de combate à violência contra a mulher, e lembrar esses 16 anos da lei de proteção às mulheres em situação de violência doméstica.

A própria Maria da Penha, mulher vítima de violência que deu nome à lei, participou do evento de forma virtual e pediu que o Brasil siga as recomendações da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, entre elas a que prevê a educação para a não violência para as próximas gerações.

“Que preconiza que o estado brasileiro deve incluir em seus planos pedagógico disciplinas destinadas à compreensão da importância do respeito à mulher e a seus direitos e ao manejo dos conflitos intrafamiliares. Acreditamos que a mudança de cultura precisa passar impreterivelmente pela educação”, disse.

Acordo de cooperação
A procuradora da Mulher na Câmara, deputada Tereza Nelma (PSD-AL), destacou que a Secretaria da Mulher e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estão trabalhando desde 2021 num acordo de cooperação técnica para garantir um fluxo das denúncias de violência contra a mulher.

“A Procuradoria da Mulher possui atribuição regimental de receber, examinar e encaminhar denúncias de violência contra as mulheres brasileiras no país e no exterior. Já foram encaminhadas cerca de 200 denúncias para os órgãos do Executivo e do Judiciário exigindo respostas e soluções para o caso. Porque o que tem acontecido é que, geralmente, o processo para no Judiciário e nós temos que mudar essa realidade”, disse.

Para a representante do Consórcio Maria da Penha, Lia Machado, apesar de grandes desafios ainda a serem superados, a Lei Maria da Penha é motivo sim de comemoração, uma vez que como lei preventiva ela conseguiu mudar a opinião popular sobre violência doméstica.

Reportagem – Karla Alessandra
Edição – Roberto Seabra

[ad_2]

Fonte: Câmara dos Deputados – Agência Câmara NotíciasAcesse aqui

Publicidade

PUBLICIDADE

Veja também:

Fim da escala 6×1: como o MEI de Roraima pode se preparar para a nova jornada
Em 23 de outubro de 2026
Projeto atualiza lei do crime de perseguição para detalhar condutas digitais
Em 23 de outubro de 2026
Missão SPFW – Conecta Moda 2026 leva empresárias de Roraima para imersão no maior evento de moda da América Latina
Em 22 de outubro de 2026
Eleitores não podem ser presos a partir desta terça-feira
Em 22 de outubro de 2026
Sebrae Roraima promove palestra sobre tendências e oportunidades do mercado imobiliário
Em 21 de outubro de 2026
Projeto proíbe cobrar dívida trabalhista de empresa que não participou da ação desde o início
Em 21 de outubro de 2026