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Imagem/Divulgação

Oficina em Roraima discute linha de cuidados para hepatites virais

A construção da linha de cuidados das hepatites virais é o principal tema de uma oficina oferecida pela Sesau (Secretaria de Saúde de Roraima), com o apoio do Ministério da Saúde.

Iniciada ontem, dia 18, a atividade encerra nesta quarta-feira, 19, no auditório da Universidade Estadual de Roraima. O público-alvo inclui profissionais da Atenção Primária, Atenção Especializada do Estado, Sistema Prisional e dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas.

“O objetivo é melhorar a Rede de Atenção à Saúde em Roraima relacionada às hepatites virais, aprimorando diagnóstico, tratamento e seguimento de pessoas vivendo com hepatites virais. Queremos criar linhas de cuidado específicas para as hepatites, para que o usuário, especialmente a população mais vulnerável, tenha acesso a todos os serviços necessários durante seu cuidado”, afirmou a gerente das Hepatites Virais do Núcleo de Controle de DST/AIDS, Raquel Feitosa.

Antes dessa ação, os participantes estiveram em uma reunião técnica na segunda-feira, dia 17.

A coordenadora do setor de farmácia do Hospital Materno Infantil Nossa Senhora de Nazareth, Sheila Marinho Barbosa, destacou que o plano será de grande apoio, já que a maternidade recebe muitos casos de hepatite em pacientes estrangeiras.

“A maioria das gestantes estrangeiras não tem nenhum tipo de conhecimento quando chegam à maternidade sem pré-natal ou exames. Então, acaba se revelando realmente dentro da unidade hospitalar, e temos que lidar com tudo isso, fazer o acolhimento e tratar a paciente”, pontuou.

ATENÇÃO AOS SINAIS

As hepatites virais são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, sendo silenciosas na maioria dos casos. No entanto, quando presentes, podem se manifestar como cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos frequente no Brasil, sendo encontrado com maior facilidade na África e na Ásia.

As infecções causadas pelos vírus das hepatites B ou C frequentemente se tornam crônicas. Contudo, por nem sempre apresentarem sintomas, grande parte das pessoas desconhecem ter a infecção. Isso faz com que a doença possa evoluir por décadas sem o devido diagnóstico. O avanço da infecção compromete o fígado, podendo causar fibrose avançada ou cirrose, que podem levar ao desenvolvimento de câncer e necessidade de transplante do órgão.



De Governo de Roraima / SECOM-RR – Acesse a matéria completa – aqui.

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