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Imagem/Divulgação

Polícia do Rio apura furto de equipamentos contratados pela Petrobras

O furto de equipamentos contratados pela Petrobras levou policiais civis da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) do Rio de Janeiro a deflagarem nesta quinta-feira (18) a Operação Subsolo. De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio, os agentes foram às ruas para cumprir nove mandados de busca e apreensão nos municípios de Duque de Caxias, São João de Meriti e Magé, na Baixada Fluminense.

Outras unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) apoiaram a operação. Os agentes acreditam que a partir de bens pessoais apreendidos na operação, será possível fazer a identificação de outros envolvidos e obter o destino dos equipamentos.

Investigação

Segundo a secretaria, a investigação teve início após a Petrobras ter identificado o desaparecimento de 75 switches, equipamentos de informática de alto valor, do depósito localizado no subsolo da sede da empresa, no centro da capital. “A companhia estava realizando uma modernização na rede de seus prédios e pretendia substituir os switches”, informou a pasta em nota.

Conforme a secretaria, depois dos trâmites licitatórios, foi selecionada uma empresa para fornecer o material e fazer a instalação dos equipamentos. “Esse trabalho ocorria gradualmente, de acordo com a necessidade da Petrobras, e os equipamentos ficavam armazenados em um depósito enquanto não eram utilizados”, completou.

A Polícia Civil informou que o espaço era também usado por outras duas empresas que prestam serviço para a Petrobras, mas não tinham autorização para mexer nos equipamentos. O sumiço dos equipamentos foi notado após um inventário geral de todos os bens do prédio, que foi realizado depois de alguns meses de instalações.

As apurações indicaram que dois funcionários de uma empresa terceirizada estavam envolvidos com o furto dos equipamentos. “Diante disso, a autoridade policial representou pelas buscas em endereços vinculados a eles”, revelou.

“Os equipamentos eletrônicos subtraídos possuem grande utilidade no ramo de provedores de internet, e os suspeitos possuem vínculos no setor como sócios ou empregados de empresas fornecedoras de sinal de internet na Baixada Fluminense”, acrescentou a Polícia Civil.

Fonte: EBC Agência Brasil – Da Agência Brasil – acesse aqui.

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