Pesquisar
Imagem/Divulgação

Técnicos do governo apresentam a deputados estudos do Zoneamento Econômico-Ecológico

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) recebeu na tarde desta terça-feira (7) técnicos do governo que apresentaram aos deputados o Zoneamento Econômico-Ecológico (ZEE) do Estado.

Eles explicaram as mudanças que ocorreram e mostraram como ficou a zonificação, que é o mapa final do ZEE, um instrumento que serve para orientar o governo nas tomadas de decisão para a implementação de políticas públicas.

“Preocupados com a urgência dessa matéria, ouvimos os técnicos e professores, que fizeram uma breve apresentação. Estou satisfeito com o que vi. A nossa cobrança junto ao Governo do Estado é que encaminhe ainda neste mês para que façamos as audiências necessárias e possamos aprovar ainda neste semestre o nosso tão sonhado zoneamento ecológico”, afirmou o presidente da Casa Legislativa, Soldado Sampaio (Republicanos).

Sampaio ressaltou que a aprovação do ZEE permitirá “o uso do Código Florestal para reduzir a área de preservação ambiental, fazendo triplicar a área de produção do Estado”.

“Será um grande ganho para o setor produtivo de Roraima, para a agricultura familiar e empresarial. O setor primário vai continuar se desenvolvendo com esse estudo técnico científico”, acrescentou.

O presidente da Comissão do Meio Ambiente, deputado Éder Lourinho (PTC), avaliou a reunião como positiva para o desenvolvimento de Roraima, porque o ZEE vai definir, oficialmente, as áreas no Estado, mostrando quais são as de fronteira, produtivas, indígenas, urbanas, de preservação e conservação.

“Esse zoneamento é aguardado por toda a população, principalmente pelos produtores rurais, que estão ansiosos. Roraima tem 65% de terras públicas, podendo ser liberadas, por lei, 50% das áreas. Atualmente, só podem ser utilizados 20%.”

Durante a apresentação, o secretário de Agricultura de Desenvolvimento e Inovação, Emerson Baú, deixou claro que o “Zoneamento Econômico-Ecológico não atinge as áreas indígenas”. Ele mostrou também que todas as áreas zoneadas têm aptidão econômica, sendo classificadas em melhor, boa e de baixa produtividade.

Baú ressaltou ainda que a região Centro-Norte, que foi a mais questionada anteriormente, foi totalmente revisada pelos técnicos, e que todas estão aptas à produção, em menor ou maior escala.

Publicidade

PUBLICIDADE

Veja também:

Moradores dos conjuntos Alvorada e Paraná recebem escrituras públicas
Em 21 de março de 2026
Polícia Civil apresenta laudos e aponta duas hipóteses para morte de indígena em Amajari
Em 21 de março de 2026
Comissão aprova uso do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações em segurança pública
Em 21 de março de 2026
Missão Sebrae Delas 2026 fortalece conexões e impulsiona empreendedoras em Manaus
Em 20 de março de 2026
Governo Presente leva atendimentos de saúde e serviços gratuitos ao bairro Silvio Leite neste sábado
Em 20 de março de 2026
Comissão aprova projeto que torna igreja no Piauí patrimônio do Brasil
Em 20 de março de 2026